MULHER MONITORADA POR TORNOZELEIRA É PRESA APÓS NOVA AGRESSÃO CONTRA COMPANHEIRA EM ARCOVERDE
Uma mulher que já era monitorada por tornozeleira eletrônica foi presa em flagrante na manhã deste sábado (24), suspeita de agredir novamente a companheira, no município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. A investigada também foi autuada por desacato após, segundo a Polícia Civil, proferir ofensas contra os policiais durante a ocorrência.
A prisão foi realizada por agentes da 17ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Arcoverde, sob a coordenação do delegado plantonista Jefferson Douglas, após a vítima procurar a unidade policial por volta das 7h, apresentando lesões físicas visíveis. Ela relatou ter sido agredida pela companheira cerca de 30 minutos antes.
De acordo com as informações apuradas pela polícia, a suspeita, identificada como Thayna Islayna Fernandes da Silva, já havia sido presa anteriormente por violência doméstica contra a mesma vítima. Na ocasião, ela teria atingido a companheira com quatro golpes de faca nas costas, fato que resultou na imposição do monitoramento eletrônico.
Após receber a denúncia, os policiais realizaram diligências e localizaram a investigada na residência do casal, onde efetuaram a prisão em flagrante.
Além da suspeita de lesão corporal no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher, Thayna também foi autuada por desacato. Após a formalização do procedimento policial, a autoridade responsável representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, levando em consideração o histórico de violência atribuído à investigada, os indícios de reincidência nas agressões e o risco à integridade física da vítima.
O caso reforça a preocupação das autoridades com a reincidência da violência doméstica e a necessidade de medidas eficazes para garantir a segurança das vítimas. A Polícia Civil de Pernambuco destacou a importância das denúncias e da atuação rápida das forças de segurança para interromper ciclos de violência contra a mulher.
Postado Por: Paulo Fernando

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