terça-feira, 11 de setembro de 2018

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec) recebeu, ontem (10), por volta das 23h30min, vários chamados para atender à ocorrência de um possível deslizamento de terra no bairro São José, mais precisamente nas áreas de condomínio na comunidade Cabeça de Porco. Chegando ao local, a equipe técnica da Compdec verificou a situação e foi constatado que existiam casas em risco.

Na rua Projetada, na comunidade Cabeça de Porco, sete famílias foram desalojadas, as quais não poderão retornar para o local. No caso do condomínio, 16 apartamentos do bloco A foram temporariamente interditados. Em ambos os casos, as famílias que não tinham para onde ir, foram encaminhadas, emergencialmente, para um hotel da cidade; outras, foram para casa de parentes ou amigos.

Ainda de acordo com a Defesa Civil, o possível causador do deslizamento foi o rompimento na tubulação de abastecimento de água pública da Compesa que, segundo os moradores relataram, já estava vazando a cerca de dois dias. O fato passará por avaliação completa para conclusão integral.

A ação contou com o apoio conjunto de vários órgãos, além da Defesa Civil, contando também com a Secretaria de Obras e Serviços Públicos, Autarquia Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes (AMSTT), Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), Polícia Militar (PM), Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).

Na manhã de hoje (11), equipes do Departamento de Habitação e do Centro de Referência de Assistência Social do bairro estiveram no local para realizar abordagem social e garantir os benefícios relacionados à calamidade pública. Os benefícios eventuais em caráter emergencial serão disponibilizados de acordo com a necessidade de cada família.

As famílias da comunidade já são acompanhadas pela equipe do Cras. Há cerca de 1 ano, houve uma abordagem alertando o risco de permanência aos moradores da comunidade Cabeça de Porco. Foi proposto aluguel social para que se retirassem, mas apenas uma família aceitou e saiu. As demais, que recusaram a orientação, assinaram um termo de responsabilidade.

A Defesa Civil permanece no local junto à Secretaria de Planejamento e Gestão, avaliando se há risco para outros blocos do condomínio e outras casas da comunidade Cabeça de Porco. Caso haja necessidade, novas interdições poderão ser realizadas.

Informações: Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura de Garanhuns

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