sexta-feira, 02 de outubro de 2020

A Polícia Federal em Pernambuco, autuou em flagrante, uma bombeiro civil, de 23 anos, natural de Recife/PE e residente em Carpina/PE, a qual foi presa por policiais militares do 2º BPM, lotados em Nazaré da Mata/PE. A prisão aconteceu quando por volta das 17:30h, de ontem (01/10/2020) policiais militares ao realizarem rondas de rotina na cidade de Carpina/PE, foram procurados por um comerciante dizendo ter sido lesado através de uma compra (lâmpadas e rádio automotivo) em sua loja de equipadora de veículos recebendo como pagamento 5 notas de R$ 200, totalizando um valor de R$ 1.000 em cédulas falsas.

A ação teve seu desfecho quando os militares ao receberem a denúncia do comerciante fizeram incursões e lograram êxito em localizar e identificar a mulher apontada como sendo a pessoa que tinha repassado as notas falsas. Na sequência ela franqueou o acesso dos militares à sua residência e lá encontraram dentro de um caderno mais 5 notas de R$ 200 e 2 de R$ 20, bem como os materiais comprados na locadora. Ao todo foram apreendidos R$ 2.040 em notas falsas.

Terminado os trabalhos ostensivos e tendo sido encontrada as notas e os equipamentos, a suspeita recebeu voz de prisão em flagrante foi informada dos seus direitos e garantias constitucionais e em seguida encaminhada para a Sede da Polícia Federal no Cais do Apolo, para os procedimentos de polícia judiciária, onde acabou sendo autuada em flagrante pelo crime contido no artigo 289 § 1º do Código Penal  (introduzir em circulação nota falsa) e caso seja condenada poderá pegar penas que variam de 3 a 12 anos de reclusão, além de multa. Hoje a presa irá passar por audiência de custódia e caso seja confirmada sua prisão preventiva, será encaminhada para a Colônia Penal Feminina, caso contrário será liberada e responderá ao processo em liberdade.

Em seu interrogatório a presa relatou que havia sido contratada para receber valores referentes a venda de cosméticos. E que esse patrão o havia informado que mandaria uma pessoa lhe entregar 10 notas de R$ 200 para que ele pudesse efetuar o pagamento e receber a mercadoria que havia sido comprada numa equipadora de veículos. E ao retirar as compras e levar para sua residência foi abordada por policiais militares informando que se tratava de notas falsas. Por fim disse que agiu de boa-fé e que nunca foi presa e nem processada e que não sabia da falsidade das notas.

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